A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Inter vai propor rescisão amigável a Adriano
O Inter de Milão buscará uma rescisão contratual acordada e amigável com o brasileiro Adriano, que tem contrato até junho de 2010 e que anunciou publicamente que parou de jogar futebol por tempo indeterminado. A informação é da agência de notícias italiana “Ansa”.
O clube nerazzurro irá tentar negociar com o agente do jogador, Gilmar Rinaldi, que é esperado na terça-feira para discutir a situação do Imperador. A proposta do Inter é de pagar ao atacante parte dos bônus que ele teria direito caso o time vença o campeonato, já que ele marcou três gols e renunciará a toda cláusula incluída no contrato. Se Adriano não aceitar esta oferta, o clube italiano deverá entrar com uma ação legal e unilateral, recorrendo ao Colégio Arbitral da Liga Italiana de Futebol, "por descumprimento contratual e incongruências de conduta". O Inter está convencido de que, caso precise recorrer a esta última hipótese, não terá problemas para comprovar que tentou, de diversas formas, ajudar o jogador a sair das crises que enfrenta há mais de cinco anos.
O clube nerazzurro irá tentar negociar com o agente do jogador, Gilmar Rinaldi, que é esperado na terça-feira para discutir a situação do Imperador. A proposta do Inter é de pagar ao atacante parte dos bônus que ele teria direito caso o time vença o campeonato, já que ele marcou três gols e renunciará a toda cláusula incluída no contrato. Se Adriano não aceitar esta oferta, o clube italiano deverá entrar com uma ação legal e unilateral, recorrendo ao Colégio Arbitral da Liga Italiana de Futebol, "por descumprimento contratual e incongruências de conduta". O Inter está convencido de que, caso precise recorrer a esta última hipótese, não terá problemas para comprovar que tentou, de diversas formas, ajudar o jogador a sair das crises que enfrenta há mais de cinco anos.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Luxa quer clima de paz ao Recife: ‘Não sou de briga e sempre fui bem tratado lá’
O confronto entre Sport e Palmeiras na Ilha do Retiro, nesta quarta-feira, às 21h50m gerou uma ansiedade e um certo clima de tensão para os jogadores do time paulista. Isso porque a equipe do técnico Vanderlei Luxemburgo além de estar na última colocação do grupo 1 na Libertadores e não ter somado sequer um ponto, o retrospecto também não favorece.Para evitar o clima de guerra e discórdia, já que a partida pode garantir a classificação antecipada do clube pernambucano, e uma situação ainda mais delicada para o Verdão, Luxa declarou que não há ressentimentos.- Eu não sou de briga, não gosto disso. Sempre fui muito bem tratado em Recife. Durante a Copa do Brasil no ano passado o comandante alviverde reclamou do comportamento dos torcedores do Leão em relacão aos jogadores e a comissão técnica do Palmeiras, mas, segundo ele, essa situação foi criada por um jornalista local.
- Não podemos começar a falar em "guerra" porque aí que vai ter. Vamos conversar sobre futebol. Quero que Sport e Palmeiras façam o jogo dentro de campo, sem esses falatórios. Esses boatos foram criados por um cara da imprensa na época, só para tumultuar - explicou Luxemburgo.
- Não podemos começar a falar em "guerra" porque aí que vai ter. Vamos conversar sobre futebol. Quero que Sport e Palmeiras façam o jogo dentro de campo, sem esses falatórios. Esses boatos foram criados por um cara da imprensa na época, só para tumultuar - explicou Luxemburgo.
domingo, 5 de abril de 2009
Saiba como será escolhido júri para o julgamento do casal Nardoni
Por enquanto, só existem três certezas sobre as sete pessoas que vão decidir se o pai e a madrasta de Isabella Nardoni são culpados ou inocentes: elas têm mais de 18 anos, nenhum antecedente criminal e moram na mesma cidade onde ocorreu o crime. Estes são os requisitos básicos para integrar o júri. “Esse é um caso que desperta muita curiosidade. Cada um tem a sua convicção. Mas o que manda é a convicção dos sete que vão estar naquele momento lá”, afirma o jurista Luiz Flávio Gomes. Com a repercussão do caso, o fórum recebeu ligações de pessoas de todo o Brasil querendo participar especificamente deste julgamento. Mas para ocupar uma das cadeiras do conselho de sentença é preciso ser morador da cidade de São Paulo e se inscrever para o corpo de jurados do segundo Tribunal do Júri. A lista para 2009 foi fechada em novembro do ano passado. Ao todo, são dez volumes e seis mil nomes. Um mês antes do julgamento do casal Nardoni, que ainda não tem data marcada, o juiz vai sortear, em uma urna, os 25 possíveis jurados. Eles terão de comparecer no dia do julgamento, quando ocorre um novo sorteio conforme o nome é divulgado. Defesa e acusação têm o direito de recusar qualquer nome. Advogado e promotor podem fazer isso três vezes, até que o júri esteja completo, com as sete pessoas. Em casos como o de Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, os representantes da acusação costumam preferir mulheres mais velhas, casadas e com filhos. “É natural que uma mãe se coloque na posição da mãe biológica, em termos de sofrimento, e tem uma tendência favorável à Promotoria”, disse Luiz Gomes. Procurado pela reportagem, o promotor Francisco Cembranelli disse que vai decidir só na hora quem aceita ou recusa, seguindo a própria intuição. Depois dos depoimentos, da apresentação das provas e dos debates, procedimento que deve levar pelo menos dois dias, chega a fase decisiva do julgamento. O voto do júri é dado em um lugar chamado de sala secreta. Neste local, os jurados dizem “sim” ou “não” para perguntas como: ‘Houve crime?’ ‘O réu é culpado?’ O pai de Alexandre, o advogado Antonio Nardoni, informou que vai recorrer da decisão de mandar o casal a júri popular. Esta semana veio a público o teor de uma carta que ele enviou para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, em São Paulo, em que reafirma que o filho e a nora são inocentes e pede que seja fiscalizado o direito à ampla defesa.
sábado, 21 de março de 2009
Prejuízo da Gol vai a R$ 687 milhões no quarto trimestre de 2008
A Gol Linhas Aéreas informou na madrugada deste sábado (21) um prejuízo líquido de R$ 687,1 milhões no último trimestre de 2008, ampliando sensivelmente resultado negativo de R$ 6,5 milhões sofrido no mesmo período do ano anterior. A companhia, que divulgou resultados no padrão contábil IFRS, anunciou ainda que seu conselho de administração aprovou aumento de capital de R$ 203,5 milhões, mediante a emissão de 6.606.366 ações ordinárias e 19.487.356 ações preferenciais, a R$ 7,80 por papel. A operação foi aprovada para "fortalecer sua estrutura de capital, reafirmando seu plano de crescimento de longo prazo". A empresa ainda reviu suas projeções para 2009, reduzindo a estimativa de crescimento do mercado brasileiro de 6% para uma faixa de 2% a 4%, diante de "uma nova taxa de câmbio e combustível, adicionalmente, em função do cenário macroeconômico". Ainda de acordo com as novas projeções da empresa, a estimativa para número de passageiros transportados caiu de 29 para 28 milhões. Mas a empresa manteve a expectativa de encerrar este ano com frota de 108 aeronaves. Em termos de preços de combustível, a empresa vê agora cotação de R$ 1,62 por litro ante a estimativa anterior de R$ 1,90. A previsão de taxa de câmbio média, passou de R$ 1,95 por dólar para R$ 2,29.
A segunda maior empresa aérea do país informou que o resultado do trimestre passado foi impactado pela valorização do dólar, que gerou um efeito negativo de 501,9 milhões de reais sobre ativos e passivos em moeda estrangeira.
A segunda maior empresa aérea do país informou que o resultado do trimestre passado foi impactado pela valorização do dólar, que gerou um efeito negativo de 501,9 milhões de reais sobre ativos e passivos em moeda estrangeira.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Lula embarca para os EUA para se reunir com Obama
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (13), pouco antes de embarcar para Washington para se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama, que pretende debater com o norte-americano o restabelecimento do crédito internacional. Ele voltou a dizer que a solução para a crise financeira internacional é a política. “Eu tenho uma preocupação que é o restabelecimento do crédito no mundo. Hoje, o maior problema é a ausência de crédito no mundo. Ou seja, o dinheiro desapareceu. O que eu quero conversar com o presidente Obama de forma muito franca é como fazer para restabelecer o crédito internacional. Não é restabelecer o crédito de Estado para Estado. É o crédito para quem quiser tomar dinheiro emprestado. É restabelecer a confiança da sociedade”, salientou.
O presidente voltou a criticar as posturas protecionistas adotadas por alguns países e disse que também tocará nesse tema com Obama. “Uma das coisas que precisamos discutir é a retomada da Rodada de Doha. Precisamos deixar claro que o protecionismo pode ajudar momentaneamente, mas no médio prazo o protecionismo será um desastre para a economia mundial. O Brasil é contra a volta do protecionismo”, comentou. Lula disse ainda que os Estados Unidos são responsáveis pelo “desastre das finanças”. Por isso, segundo ele é preciso tomar decisões políticas rápidas para debelar a crise financeira internacional ainda neste ano. “Os dirigentes estão compreendendo que agora não é mais a hora dos técnicos. Agora é a hora da política. Ou nós assumimos a responsabilidade por essa crise e damos uma saída para ela, ou se a gente ficar esperando como o Japão esperou na década de 90 e demorou dez anos para sair da crise. E nós não podemos esperar dez anos. Essa crise tem que acabar este ano. Portanto, tem coisas que precisam ser feitas urgentemente”, disse. O presidente voltou a dizer também que os países ricos precisam controlar seus bancos e o sistema financeiro. Ele disse que essa posição será defendida pelo Brasil na reunião do G-20, em Londres, no próximo dias 2 de abril, e no encontro com Obama. “O que precisa fazer é que os países ricos precisam aprender a tomar conta dos seus bancos. Isso sim tem que ser feito. É preciso uma regulação forte para que a gente possa ter garantia de que o sistema financeiro mundial estará vinculado diretamente ao setor produtivo. Essa é uma coisa sagrada que vamos ter que tomar decisão. Não é hora de tagarelar é hora de agir”, afirmou.
O presidente voltou a criticar as posturas protecionistas adotadas por alguns países e disse que também tocará nesse tema com Obama. “Uma das coisas que precisamos discutir é a retomada da Rodada de Doha. Precisamos deixar claro que o protecionismo pode ajudar momentaneamente, mas no médio prazo o protecionismo será um desastre para a economia mundial. O Brasil é contra a volta do protecionismo”, comentou. Lula disse ainda que os Estados Unidos são responsáveis pelo “desastre das finanças”. Por isso, segundo ele é preciso tomar decisões políticas rápidas para debelar a crise financeira internacional ainda neste ano. “Os dirigentes estão compreendendo que agora não é mais a hora dos técnicos. Agora é a hora da política. Ou nós assumimos a responsabilidade por essa crise e damos uma saída para ela, ou se a gente ficar esperando como o Japão esperou na década de 90 e demorou dez anos para sair da crise. E nós não podemos esperar dez anos. Essa crise tem que acabar este ano. Portanto, tem coisas que precisam ser feitas urgentemente”, disse. O presidente voltou a dizer também que os países ricos precisam controlar seus bancos e o sistema financeiro. Ele disse que essa posição será defendida pelo Brasil na reunião do G-20, em Londres, no próximo dias 2 de abril, e no encontro com Obama. “O que precisa fazer é que os países ricos precisam aprender a tomar conta dos seus bancos. Isso sim tem que ser feito. É preciso uma regulação forte para que a gente possa ter garantia de que o sistema financeiro mundial estará vinculado diretamente ao setor produtivo. Essa é uma coisa sagrada que vamos ter que tomar decisão. Não é hora de tagarelar é hora de agir”, afirmou.
terça-feira, 10 de março de 2009
PIB tem queda de 3,6% no 4º trimestre, a maior desde 1996
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro ficou 3,6% menor no último trimestre de 2008, na comparação com o período imediatamente anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (10). A queda foi a maior desde o início da série, iniciada em 1996.
No acumulado do ano, no entanto, o PIB cresceu 5,1% e chegou a R$ 2,9 trilhões. O IBGE também revisou para cima o crescimento do PIB de 2007, para 5,7%. Na comparação com o quarto trimestre de 2007, a economia brasileira registrou expansão de 1,3%. A maior influência para a queda registrada no quarto trimestre frente ao trimestre anterior veio da indústria, que "encolheu" 7,4%, no maior recuo desde o período de outubro a dezembro de 1996, quando a queda foi de 7,9%. Na agropecuária, a queda foi de 0,5%, enquanto o setor de serviços recuou 0,4% no último trimestre de 2008.
“O que se observa é que todos os setores tiveram uma desaceleração no 4º trimestre. O único que não desacelerou foi a administração pública. Pela ótica da produção, a queda da indústria foi a maior (-7,4%), que tem peso de 28%. Pela ótica da demanda o setor mais afetado foi investimentos”, diz Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do IBGE.Na comparação trimestral, os investimentos das empresas e o consumo das famílias também registraram recuos. A formação bruta de capital fixo teve queda de 9,8%, a maior da série do IBGE. Já o consumo das famílias ficou 2,0% menor, na primeira queda desde o segundo trimestre de 2003. Exportações e importações de bens e serviços também caíram, 2,9% e 8,2%, respectivamente. Já a despesa de consumo da administração pública cresceu 0,5%.
No acumulado do ano, no entanto, o PIB cresceu 5,1% e chegou a R$ 2,9 trilhões. O IBGE também revisou para cima o crescimento do PIB de 2007, para 5,7%. Na comparação com o quarto trimestre de 2007, a economia brasileira registrou expansão de 1,3%. A maior influência para a queda registrada no quarto trimestre frente ao trimestre anterior veio da indústria, que "encolheu" 7,4%, no maior recuo desde o período de outubro a dezembro de 1996, quando a queda foi de 7,9%. Na agropecuária, a queda foi de 0,5%, enquanto o setor de serviços recuou 0,4% no último trimestre de 2008.
“O que se observa é que todos os setores tiveram uma desaceleração no 4º trimestre. O único que não desacelerou foi a administração pública. Pela ótica da produção, a queda da indústria foi a maior (-7,4%), que tem peso de 28%. Pela ótica da demanda o setor mais afetado foi investimentos”, diz Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do IBGE.Na comparação trimestral, os investimentos das empresas e o consumo das famílias também registraram recuos. A formação bruta de capital fixo teve queda de 9,8%, a maior da série do IBGE. Já o consumo das famílias ficou 2,0% menor, na primeira queda desde o segundo trimestre de 2003. Exportações e importações de bens e serviços também caíram, 2,9% e 8,2%, respectivamente. Já a despesa de consumo da administração pública cresceu 0,5%.
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