quinta-feira, 25 de junho de 2009

Juro bancário para pessoa física é o menor desde dezembro de 2007

A taxa média de juros cobrada pelos bancos nas suas operações com pessoas físicas caiu de 48,8% ao ano em abril para 47,3% ao ano em maio, o menor valor desde dezembro de 2007 (43,9% ao ano), informou nesta quinta-feira (25) o Banco Central.

Contribuem para a queda dos juros bancários, neste ano, as reduções da taxa básica efetuadas pelo Banco Central, além do aumento da oferta de crédito (que contribui para que as taxas recuem mais). No caso dos juros básicos, a taxa, que iniciou 2009 em 13,75% ao ano, atualmente já está em 9,25% ao ano após cinco reduções efetuadas pelo BC.

No último mês, segundo a autoridade monetária, também recuaram os juros médios de todas as operações de crédito dos bancos. Esta passou de 38,6% ao ano em abril para 37,9% ao ano em maio - a mais baixa desde maio de 2008 (37,6% ao ano).

O BC informou ainda que os juros cobrados pelos bancos em suas operações com empresas também caíram em maio, para 28,5% ao ano. Neste caso, é o valor mais baixo desde setembro do ano passado, quando somaram 28,3% ao ano.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Cornetas são motivos de preocupação e irritação nos jogos na África do Sul

A vuvuzela, corneta que faz a trilha sonora dos estádios na Copa das Confederações, foi o principal assunto da entrevista coletiva da FIFA antes do jogo entre África do Sul e Nova Zelândia, nesta quarta-feira. Antes mesmo de começar a falar, o presidente Joseph Blatter reclamou da acústica da tenda onde foi feita a entrevista, que não impedia a entrada do barulho das cornetas dos torcedores. E logo na primeira pergunta, um jornalista europeu quis saber o que a FIFA pretendia fazer para acabar com o som "irritante", segundo ele. - Você tem razão, é mesmo muito barulho. Isso atrapalha as transmissões de televisão e incomoda algumas pessoas que estão no estádio. Já discutimos com o Comitê Organizador essa questão. Mas, ao mesmo tempo, é um som local e eu não sei como parar com ele. Quando você vem à África, tem que esperar barulho, dança, música, afinal essa é a África - explicou Blatter. A FIFA chegou a tentar proibir o uso da vuvuzela nos estádios antes da Copa das Confederações, mas foi demovida da ideia pelo Comitê Organizador da Copa. A explicação foi de que a corneta é parte da cultura do torcedor africano e que seria difícil coibi-la. Mas, de fato, ela não combina muito com o protocolo da FIFA. Na partida de abertura da Copa das Confederações, entre África do Sul e Iraque, o locutor do estádio pediu dezenas de vezes para que os torcedores só fizessem barulho quando começasse a partida. Ele ainda precisou repetir o aviso antes do discurso de Blatter e do presidente da África do Sul, Jacob Zuma, para evitar que o pronunciamento deles fosse abafado pela multidão. - Isso não é só na África do Sul, é em todo o continente. A forma de se expressar do torcedor africano é essa. O futebol é assim neste continente - rebateu o presidente do Comitê Organizador, Danny Jordaan.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Cortes de juros e medidas de estímulo têm de continuar, avalia Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se disse "satisfeito" com o recuo de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, contra os três últimos meses de 2008, resultado que foi anunciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (9). "Foi melhor do que as projeções de queda de 2% a 3% que o mercado estava fazendo", disse ele.

Segundo Mantega, a queda do PIB aconteceu por conta do recuo nos investimentos da indústria de tranformação e quem sustentou o PIB foi o consumo das famílias e do governo. "Significa que foi o mercado interno que sustentou esse nível [de atividade]. Não deixou cair a atividade para níveis mais baixos", disse ele.
Crescimento de 1% em 2009 não é 'tarefa fácil'
De acordo com análise do ministro Guido Mantega, não será uma "tarefa fácil" o Brasil registrar um crescimento do PIB da ordem de 1% em todo ano de 2009 - previsão que já consta na proposta de orçamento deste ano. "O governo vai ter que continuar tomando iniciativas para estimular a economia, os investimentos e o mercado interno para podermos alcançar o crescimento de 1% ao longo deste ano. Não será tarefa fácil, mas é um desafio possível de ser alcançado", afirmou.
O que falta
Mantega avaliou, porém, que o Ministério da Fazenda tem de continuar tomando medidas de estímulo para a economia, e que o Banco Central tem de continuar reduzindo a taxa básica de juros.

Nesta terça e quarta-feiras (9 e 10), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne para definir a taxa de juros, atualmente em 10,25% ao ano. A expectativa do mercado é que os juros caiam para 9,50% ao ano, mas alguns interlocutores do governo pedem uma redução maior. "Não comento Copom, como é minha tradição aqui", se limitou a dizer sobre o assunto.

Mantega acrescentou, entretanto, que "o que falta é mais política monetária [redução da taxa de juros] e fiscal [estímulos para a economia]". "A ação do governo tem de continuar. São medidas para aumentar o crédito e reduzir o custo financeiro. Isso significa ação mais forte dos bancos públicos para redução do custo financeiro de modo geral, que ainda está muito elevado", disse o ministro.

Segundo ele, o crédito tem de chegar as pequenas e médias empresas. "Ainda não chegou. Estamos viabilizando medidas para o crédito chegar as pequenas e médias empresas, que não têm garantias. Estamos produzindo fundos de aval para viabilizar crédito as pequenas e médias empresas", informou ele.

O ministro afirmou ainda que a redução média de 9,6% do óleo diesel nas bombas, anunciada nesta segunda-feira (8), também estimula a economia brasileira. "Não é só o IPI que estimula a economia. O diesel ajuda a economia, porque diminui custos de produção. É mais poder aquisitivo", avaliou.
Sinais 'nítidos' de recuperação
Apesar de apontar os problemas ainda existentes, Mantega disse também que já há "sinais nítidos" de recuperação da economia. Afirmou que o resultado do PIB do primeiro trimestre deste ano significa "olhar pelo retrovisor" e citou o aumento de vendas do setor automobilístico que, por ser uma "cadeia longa" gera muitos empregos, além de uma melhora na construção civil.

"Os investimentos em gás e energia também estão crescendo, dentro de um ritmo até acima do esperado. Temos reconstituição de parte do crédito que faltou no primeiro trimestre pois já está havendo atuação maior dos bancos, os públicos também. As taxas [de juros] estão caindo e o crédito está um pouquinho mais abundante. Ainda não é o ideal. Está longe do necessário para a economia", afirmou.

De acordo com Mantega, o comportamento da economia brasileira é mais favorável do que a maioria das economias do mundo. "Os Estados Unidos tiveram uma queda de 1,4% no último trimestre, e, no anualizado, deu 5,7%. Estamos melhor do que a maioria dos países. Já estamos tendo uma reação positiva, para que possamos conseguir um PIB positivo", afirmou.
Recuperação lenta
O ministro da Fazenda disse que está acontecendo uma recuperação gradual da economia brasileira frente ao cenário registrado no fim de 2008, quando o PIB caiu 3,6% contra os três meses anteriores. Segundo o ministro, o PIB vai apresentar resultado positivo, contra os três primeiros meses de 2009, já no segundo trimestre.

"Já vai ser positivo no segundo trimestre, mas modesto. No terceiro, um pouco maior e no quarto trimestre [será] satisfatório. De modo a fechar o ano com a economia em aquecimento (...) O tombo foi grande no ano passado. Então, temos uma recuperação lenta. Não é que vai ser um crescimento esfuziante no segundo e terceiro trimestre deste ano. Mas vai ser, e gradualmente vamos recuperando o patamar de crescimento do ano passado", disse Mantega.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Avião patrulha da FAB fecha área de varredura

Na ilha de Fernando de Noronha, continua a expectativa por informações sobre o Airbus 330, da companhia Air France. De acordo com militares do Destacamento de controle do espaço aéreo de Fernando de Noronha, três aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) podem pousar entre a noite desta segunda-feira (1º) e a madrugada desta terça-feira no aeroporto local.

Cobertura completa: voo 447
A Força Aérea Brasileira (FAB) seguirá durante a noite desta segunda-feira (1º)com os trabalhos de buscas pelo avião da Air France que desapareceu após decolar do Rio de Janeiro, na noite de domingo (31), com destino a Paris com 228 pessoas a bordo. De acordo com a Air France, o voo tinha previsão de chegar à capital francesa às 6h15 desta segunda-feira.

Segundo informações da central de rádio da aeronáutica em Fernando Noronha, o avião de patrulha P95 da FAB encerrou as buscas nesta segunda-feira e retornou ao aeroporto da ilha por volta das 19h45 (horário de Brasília). Ainda de acordo com os militares, a área de varredura pela qual esta aeronave ficou responsável foi concluída. O voo durou aproximadamente oito horas. A aeronave deve retomar o trabalho de buscas na manhã desta terça-feira (2).

No total, seis aeronaves, dois helicópteros e três embarcações da Marinha foram destacados para as buscas. Durante a noite, serão duas aeronaves da FAB que, além de recursos visuais, farão as buscas com recursos eletrônicos e de radar. A Aeronáutica informou que a busca noturna tem como objetivo a captação de algum sinal por radar que esteja sendo emitido pelo avião desaparecido. Durante o dia, acontecem as buscas consideradas pela Aeronáutica como mais efetivas porque são feitas com vôos rasantes e com observação visual

Três embarcações da Marinha do Brasil devem chegar ao local do desaparecimento do voo 447 da Air France apenas às 7h desta quarta-feira (3). Os navios Fragata “Constituição”, Corveta “Caboclo” e Navio-Patrulha “Grajaú” saíram de três pontos do país para ajudar nas buscas.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Perdigão e Sadia anunciam 'grande multinacional' do setor de alimentos

O presidente da Perdigão, Nildemar Secches, e o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, anunciaram oficialmente em entrevista nesta terça-feira (19), em São Paulo, a criação da Brasil Foods (BRF), resultante da fusão das duas empresas.
A nova empresa foi apresentada por Secches como "a grande multinacional brasileira de alimentos brasileiros processados". A Brasil Foods, entretanto, terá apenas a função institucional, sem a função de substituir qualquer das marcas do grupo.
No esquema desenhado para a fusão, a Brasil Foods será a sucessora da Perdigão. Os acionistas das duas empresas se tornarão acionistas da BRF e a Sadia se tornará, em um primeiro momento, subsidiária da nova empresa. Durante esse período, Sadia e BRF terão conselhos compostos pelos mesmos membros.
Para apresentar a nova empresa ao público, e assegurar que os produtos que ele conhece continuarão no mercado, a Brasil Foods colocará no ar a partir desta quarta-feira (20) uma campanha publicitária estrelada pela atriz Marieta Severo (do seriado "A Grande Família", da TV Globo).
Já a atual estrela da campanha da Sadia - personagem que zomba das demais marcas - deve perder espaço: "O Juvenal vai embora ou vai mudar de foco", disse o executivo da Sadia. "O tempo da alfinetada acabou, agora é só amor", brincou Nildemar Secches.
"A BRF vai dar a face para os segmentos institucionais. As marcas têm sua vida, sua comunicação própria. Vamos continuar com Perdigão, Sadia, Qualy, Doriana, Batavo", ressaltou o executivo da Perdigão. "No mercado interno, as marcas hoje e sempre vão continuar. São marcas com um grande conhecimento." "Do ponto de vista comercial, os consumidores não vão sentir nada no dia seguinte, todas as marcas estarão lá", acrescentou Furlan.
No mercado externo, Secches afirma que será feito um estudo para definir qual segmento será explorado por cada uma das denominações.
De acordo com dados divulgados durante a entrevista, Sadia e Perdigão operam comercialmente em 110 países. "Quase metade do nosso faturamento vem do exterior", afirmou Secches. A nova empresa já nasce líder em alimentos processados no país, com cerca de 120 mil funcionários.
Divisão
O executivo informou que 68% do capital pertencerá a acionistas da Perdigão e 32% a acionistas da Sadia. "Como a maioria das multinacionais o controle de capital é difuso. Vale dizer que as decisões não serão tomadas por um único acionista, mas por um conjunto de acionistas", afirmou Secches.
Apesar da maioria do capital ficar nas mãos dos acionistas da Perdigão, os dois executivos negaram se tratar de uma venda. "Não houve venda. Os acionistas de um lado e de outro continuam acionistas, compartilhando responsabilidades", disse Furlan.
Segundo ele, a administração da nova empresa "será regida por um sistema de mérito, por profissionais". A presidência do conselho da nova empresa será dividida entre Secches e Luiz Fernando Furlan pelos próximos dois anos.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Conmebol oficializa passagens de São Paulo e Nacional às quartas de final

As equipes de São Paulo e Nacional (URU), que deveriam enfrentar Chivas e San Luis, respectivamente, estão automaticamente classificadas às quartas de final da Taça Libertadores . A decisão foi anunciada pela Conmebol aos clubes através de ofício, na noite desta segunda-feira. O documento foi registrado no site oficial do Tricolor.
A decisão da entidade foi tomada após esta receber um comunicado da Federação Mexicana de Futebol, informando a retirada dos clubes mexicanos da competição, por não concordar com a determinação de jogo único para cada confronto, em São Paulo e Montevidéu.
Os jogos que seriam realizados no México foram inicialmente adiados por causa da epidemia da nova gripe que assola o país. Posteriormente, os duelos em solo mexicano foram cancelados e a Conmebol determinou a realização de um jogo só para decidir cada classificação, no dia 20 de maio. Chivas e San Luis não aceitaram a medida e se retiraram da Libertadores.
O São Paulo espera a decisão entre Cruzeiro e Universidad do Chile para saber quem enfrentará nas quartas.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Em casa, Ortigoza põe Palmeiras na frente do Sport nas oitavas da Taça Libertadores

No primeiro duelo pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores, o Palmeiras contou com o fator campo e a força da sua torcida, que encheu o Palestra Itália, para derrotar o Sport e sair em vantagem para o jogo de volta, na próxima terça-feira, às 20h15m, na Ilha do Retiro. Mas apesar da pressão imposta desde o primeiro minuto, o Verdão desperdiçou várias oportunidades e venceu por apenas 1 a 0, gol de Ortigoza.

O resultado deixa a equipe paulista precisando de um empate para avançar às quartas-de-final da principal competição sul-americana, mas a vaga pode ser conquistada até mesmo com derrota por um gol de diferença, desde que o Alviverde balance as redes no Recife. Já o time pernambucano precisa vencer por pelo menos dois gols de diferença para conseguir a classificação. Placar de 1 a 0 para o Rubro-Negro levará a decisão para os pênaltis.Apesar do placar magro, com o Palmeiras jogando melhor e com um a mais em campo desde os 29 minutos do segundo tempo (Hamilton foi expulso), os torcedores alviverdes não pararam de apoiar o time, e o incentivo começou antes mesmo de a partida começar, como pediu o técnico Vanderlei Luxemburgo, gerando um clima parecido com o que a torcida do Sport cria na Ilha do Retiro.

Jogo quente, chances perdidas e bola na trave Com um esquema diferente das últimas partidas, o Palmeiras começou sufocando o adversário. Usando uma armação mais ofensiva, com Willians, Marquinhos e Keirrison, o time assustou os pernambucanos logo aos cinco minutos, quando Diego Souza cruzou e Keirrison acertou o travessão de Magrão. A equipe comandada por Nelsinho Baptista demorou a se encaixar no jogo. Com Paulo Baier bem marcado por Pierre, que se recuperou de uma lesão no tornozelo esquerdo e atuou desde o início, o Sport passou a explorar principalmente o lado esquerdo, onde Dutra encontrava liberdade nas costas de Wendel, e buscou também aproveitar a velocidade de Wilson. Enquanto o Rubro-negro tentava encontrar brechas, o ataque palmeirense esbarrava na forte zaga formada por Igor, Durval e César. Aos 24 minutos, no entanto, novo susto para o Sport. Keirrison deu belo drible de corpo em César e concluiu a gol, mas a bola passou rente à trave.
Logo em seguida, Wilson arrancou da intermediária e arriscou contra a meta de Marcos, que precisou se esticar todo para evitar o gol. E para o Sport foi só. O ritmo do jogo era frenético, e a torcida do Palmeiras não parava de fazer barulho nas arquibancadas do Palestra Itália. Munidos de apitos, os alviverdes fizeram a sua parte e tentaram atrapalhar os jogadores adversários quando estes iam ao ataque. E apesar da presença no campo de ataque, o time paulista não conseguiu superar a zaga adversária, que fez com que a primeira etapa terminasse sem gols.

'Coalhada' deixa o banco para decidir... E teve mais bola na trave

Como na primeira etapa, o Palmeiras começou pressionando e quase abriu o placar no início. Aos sete minutos, depois de boa jogada de Keirrison, Marquinhos chutou cruzado, mas César salvou quase em cima da linha. Oito minutos depois foi a vez de Cleiton Xavier cobrar falta perigosa, mas nenhum companheiro conseguiu completar o lance na pequena área. Apesar de ter mais posse de bola, o gol palmeirense teimava em não sair. Enquanto isso, o Sport aproveitava para fazer o tempo passar quando tinha o domínio da situação. Em duas oportunidades, ambas em cobranças de faltas de Paulo Baier, os visitantes tiveram chances de sair na frente, mas não chegaram a assustar o goleiro Marcos. Para mexer com o time, Luxemburgo sacou Willians e Marquinhos para as entradas de Mozart e Ortigoza, respectivamente. Assistindo ao ímpeto ofensivo do Palmeiras, o técnico do Sport, Nelsinho Baptista, aproveitou para adiantar a sua equipe: Vandinho deu lugar a Ciro. Mas o que pareceria ponto positivo para o time pernambucano, aproveitar o desespero alviverde, virou aposta certa dos paulistas. Em jogada individual, Ortigoza sofreu falta pelo lado direito do ataque. No lance, Hamilton foi expulso. Cleiton Xavier cobrou, e o atacante paraguaio deu um leve toque de cabeça para fazer 1 a 0 e incendiar os torcedores palmeirenses, aos 31 minutos do segundo tempo.

Diego Souza ainda poderia ter ampliado aos 45 minutos, ao cabecear de maneira consciente no canto esquerdo de Magrão. Mas a bola caprichosamente bateu na trave, com Keirrison chegando atrasado na tentativa de completar. Sorte dos pernambucanos, que não tiveram de voltar para Recife com uma missão mais difícil: vencer por um mínimo de três gols de diferença.